quarta-feira, 18 de outubro de 2017

ANTES MORRER LIVRES QUE EM PAZ SUJEITOS



100 mortes depois, com centenas de feridos e pessoas que perderam tudo, não há palavras para descrever o horror.

Um Governo que não assegura a protecção dos cidadãos, não tem condições para nos governar. 

Moralmente está morto.

Alguém de bom senso consegue liderar um governo com tamanha responsabilidade do ocorrido?

Se tivesse no governo demitia-me.

100 mortos é um fardo demasiado pesado para justificar o que quer de seja.

sábado, 7 de maio de 2016

Tchau Querida




Combateram a ditadura. Foram presos. Foram torturados. Assaltaram bancos para poderem financiar a sua existência e perturbar o estado policia do Brasil da altura. 

Eram os radicais de esquerda do Brasil, o contra poder da extrema direita militar e política que liderava o país.

Chegaram finalmente ao poder e perderam a cabeça. Porquê?

Tiraram do limiar de pobreza muitos milhões de Brasileiros mas com uma contrapartida: roubar o Estado para seu beneficio próprio, pessoal, e do partido que fundaram numa escala nunca vista naquele país levando o Brasil à beira do caos.

No fundo, tornaram-se uma classe abjecta contra si própria, contra a sua linha de conduta, contra a sua luta de décadas onde pagaram caro a todos os níveis. Tornaram-se aquilo que combateram com tanto sacrifício. Suicidaram-se politicamente, moralmente.

Na verdade, a relação que as pessoas têm com o poder e dinheiro é indiferente quer estejam em posições públicas ou privadas embora exista quem insista que não. Os factos não mostram isso. Não só no Brasil.

O grau de impunidade deste gang era de tal ordem que fizeram o impensável: Com o decorrer das investigações sobre os seus desmandos na chamada “era Lula e Dilma” e com medo de começarem a serem investigados eles próprios, o partido e os artistas, utilizaram o aparelho de estado para denunciaram aqueles a quem chamaram corruptos: as empresas de construção civil,  entre muitas outras, sempre empresas do sector privado. O diabo era o privado, nunca o poder político e ou público. Os corrompidos eram eles, diziam….

Esqueceram-se de pensar que ninguém gosta de ser preso e onde existam corruptores, há sempre corrompidos. Mesmo que aqui a ordem estivesse inicialmente invertida.

O resultado foi simples com as chamadas “delações premiadas” por parte dos privados investigados: afinal quem corrompia eram os Ministros, membros do Governo, da administração pública, membros dos partido e pessoas que os apoiavam e quem era corrompido eram as empresas do sector privado.

A Petrobras é um bom caso do tamanho do desmando desta gente.

Quando se descobrir quem matou Celso Daniel, tesoureiro do PT, quem sabia da sua morte e o que foi feito para se ocultar toda a história do seu assassinato ao longo destes anos por parte do PT, o partido deles todos,  poderemos saber o alcançe desta gente que se diz de bem mas que afinal se despreza a si própria de uma forma dominíaca, imagine-se lá em relação aos outros?


A cara da QUERIDA diz tudo. 









quinta-feira, 11 de fevereiro de 2016

O Carnaval e o Orçamento.















Temos tido uns dias lindos no hemisfério sul, no país irmão, onde o Carnaval é festejado como em nenhum lugar do mundo.

Nós, por cá, replicamos com um orçamento que tem sido um Carnaval, mas à Portuguesa.

Meus Deus, cada um tem o que merece......

O texto é curto por motivos óbvios.

quinta-feira, 21 de janeiro de 2016

Inimigo dentro de casa....Marcelo a Presidente.



Constituído o novo Governo com o apoio de toda a esquerda, António Costa ainda decidiu apoiar Nóvoa para candidato às eleições Presidenciais.

O PS atordoado da primeira bofetada, lá teve de se meter a caminho quando recebeu a segunda. Maria de Belém faz o sacrifício a uma (grande) parte do PS que não apoia Costa e que ele, Costa, também já não apoia, percebem?

Com toda esta "tradição", tivemos ontem o debate dos 9 candidatos presidenciais. Um desastre de natureza bíblica.

Marcelo Rebelo de Sousa é de longe o único candidato com história, experiência, aptidão, estrutura, conhecimento do  mundo, do que está em causa e dos desafios para Portugal para ser Presidente. O meu melhor Professor na Faculdade.

Se isto já não bastasse, toda a esquerda que não apoiou António Costa na sua solução governativa, vai votar Marcelo.


Tudo por causa de António Costa. O inimigo dentro de casa.....

domingo, 22 de novembro de 2015

A segunda escolha.




Assunto que muito em breve se vai discutir em França é o de saber porque é que se o governo Francês tinha identificado estes terroristas no passado assim como outros na Europa e sabia do que professavam, nada fez nem assegurou que nenhum novo atentado tivesse lugar.

Com toda a informação recolhida, com um ataque terrorista ocorrido 10 meses antes, não é admissível o que aconteceu. 

É um governo politicamente morto a prazo. 

O povo que vota, a população de um país não pode ser uma segunda escolha no exercício da acção política dos governantes. A primeira escolha tem sido a sua manutenção no poder.

George Walker Bush e a sua administração promoveram uma revolução organizacional interna para suster mais ataques nos Estados Unidos. Desde o 9/11 que mais nenhum atentado terrorista ocorreu naquele país. 

Defendeu o seu povo, a população americana como uma primeira prioridade da sua política após o 9/11. Adaptou-se.

Talvez por isso, ganhou a sua re-eleição com a maior votação de sempre.

Na Europa, com o processo de integração Europeia suspenso, vivemos o nosso dia a dia com base nos interesses dos governos dos países mais ricos/influentes e não temos ninguém que a nível da União Europeia tenha a iniciativa de decidir por todos. Um desastre politico a vários níveis.

Como a dor só magoa quando nos atinge vamos então começar a ver o custo da luta contra o terrorismo, com aprovação de legislação restritiva das nossas liberdades e por aí fora.

Aqueles que no passado criticavam estas políticas que estavam a ser implementadas do outro lado do oceano, agora vão apoiá-las e nunca vão dizer que se todos o tivessem feito na Europa na altura indicada, provavelmente se teriam evitado mais atentados.  

Os desafios que se colocam à União Europeia (económicos, politicos e de segurança) mostram em quão frágil estado esta se encontra. Temos de acelerar o processo de integração europeia sob pena de estes problemas nos “engolirem”.


É triste ver gente a morrer quando num passado recente existiam exemplos a seguir ou práticas que podiam ser adaptadas para as novas situações para ajudar a reduzir o risco de morte.

Quando as pessoas que escolhem os seus representantes são a segunda escolha deles, algo está errado.



sexta-feira, 23 de outubro de 2015

Eu queria, tu querias, ele queria......



Está em curso em Portugal o maior processo de manipulação política eleitoral desde o 25 de Abril.

Este processo consiste num facto que se tem pretendido ocultar:

António Costa não aceita o resultado das eleições.

Caso tivesse aceite, António Costa deveria:

  • Ter apresentado a sua demissão de Secretário Geral do PS ou ter colocado o seu lugar à disposição,

  • Ter iniciado de imediato negociações com a Coligação com vista a um acordo de governação para a legislatura dada a objectiva proximidade do programa eleitoral do PS com a Coligação.

Nessa noite, a 4 de Outubro, olhando para os resultados eleitorais, o PS era o partido de charneira porque os seus votos eram, e são, necessários para uma obtenção de uma maioria absoluta por parte da Coligação. 

Porque teria uma enorme força negocial, chegar a um entendimento naquelas circunstâncias não era difícil. 

Cavaco Silva falou ao País e balizou todo o processo de formação do futuro governo de uma forma clara e inequívoca. 

António Costa, ao invés, inicia negociações com os partidos à esquerda do PS, que não representam os 70% de votos que apoiam os chamados “tratados internacionais" assumidos por Portugal, com vista há criação de um quadro parlamentar de apoio que sustente um governo do PS.

Estes partidos com programas eleitorais muito mais distantes do programa do PS em relação ao programa da Coligação.

Nesse dia, nesse fatídico dia, António Costa fez algo de trágico para todos nós: 

O PS deixa de ser o partido de charneira e passa esse poder absolutamente critico, fundamental,  para o PCP.

Porquê? 

Porque o PS precisa dos votos do PCP para atingir a maioria absoluta que sustente o seu Governo, adicionando esses votos aos do BE que diariamente manifesta total disponibilidade para apoiar um futuro governo liderado pelo PS.

Neste cenário absolutamente irracional, inadmissível, insustentável, teríamos um governo que dependeria sempre dos votos do PCP para poder governar. Sempre. Em tudo. Em qualquer que fosse o tipo de acordo.

Teríamos, porque não vamos ter nem queremos, um país dependente de um partido que nos últimos 41 anos não mudou, que é comunista e que defende um modelo de sociedade como a Coreia do Norte, por exemplo. 

Um partido anti democrático, contra tudo o todos aqueles que lutaram contra a ditadura.

E tudo isto porque temos uma pessoa que alimenta uma ilusão de querer ser Primeiro Ministro a qualquer custo. E o PS outra vez calado. Como quando pediu ajuda financeira internacional em 2011.

Felizmente temos Cavaco! 



Desde que Jorge Sampaio demitiu um governo com maioria absoluta, por motivos que ainda hoje não percebo, que para o lado do RATO é tudo uma questão de oportunidade…….

terça-feira, 13 de outubro de 2015

Diz-me com quem andas e dir-te-ei quem és…..



Muito bem. Vamos lá a isto para ver se percebemos o que se está a passar. Porque, meus Amigos, há um grande diferença entre o que dizemos e o que os outros interpretam das nossas palavras.

Cavaco, para não perder muito tempo, designou o actual Primeiro Ministro para tentar encontrar uma solução de Governo.

António Costa, que não esteve na dita reunião com Passos Coelho, entendeu que o convite era para ele. 

E até se percebe. Falhou uma vitória dada como certa há 6 meses e se não liderar o proximo Governo de Portugal tem a cabeça a prémio dentro do PS. É um caso de sobrevivência.

Dado o desespero, apenas interessa a sua sobrevivência política. Não lhe interessa o estado em que colocou o partido, o seu programa de Governo, o País, a re estruturação da divida e por aí fora.

António Costa não quis coligar-se com a esquerda antes da eleições. Agora quer.

António Costa nunca disse aos Socialistas da possibilidade desta aliança posterior às eleições. Agora quer.

António Costa deixou claro antes das eleições que não negociava com a coligação depois das eleições. Agora quer.

Não coloco em causa a legitimidade política destas desventuras pós eleitorais. O Presidente da Republica terá de as resolver e como estamos bem entregues nesse campo, nem me vou alongar por este caminho.

Mas olhando para estes últimos 6 meses, e ao analisar o que António Costa disse e o que faz neste momento não consigo de esboçar um sorriso cínico. Afinal eles, detestam Cavaco, a Coligação. Eles detestam tudo o que lhes lembre o caminho para o COLOSSAL resgate. Eles odeiam quem recuperou o país depois do que fizeram.

Estamos em fase de zigue zague total em toda a largura da pista.

São os revisionistas da história política de Portugal do pós 25 de Abril. São eles que sabem no que os eleitores votaram e porque votaram.

Mas como tudo na vida, por vezes o caminho não é o indicado e a ida ao inferno pode ser mais rápida do que a de um submarino.



PS - Portas comprou 2 submarinos. O resgate dava para comprar 154. 


terça-feira, 30 de junho de 2015

Com a verdade me enganas....




Sempre foram contra a Europa. Sempre o apregoaram. Sempre rejeitaram qualquer compromisso. Sempre propuseram o que sabiam não ser aceite.

Não querem pagar e dizem-no. Na realidade acabaram de cumprir com o que sempre disseram.


O anúncio de um referendo na passada semana é a capitulação política de um grupo político residual de políticos Gregos que chegou ao poder depois de anos e anos de total desmando e erosão da classe política dominante durante décadas. Vivem livres.

Mesmo que o resultado do referendo seja a favor da UE, este governo não tem nem legitimidade política nem competência para implementar qualquer programa. Nem o dele próprio.


Sabem que não podem ser expulsos da UE então vão esperar até que dano seja tal que a UE faça o que eles querem. 

Mas eles ainda não perceberam que desde o inicio estão psicologicamente fora do EURO. Vão sair empurrados por eles próprios.

A Democracia é isto. Quem ganha governa. O resto os Deuses dirão......

 E os militares em silêncio. Por quanto tempo?